Esse é a armadilha mais comum — e talvez a mais difícil de admitir.
Muitas empresas querem uma cultura mais saudável, mais inovadora, mais colaborativa.
Investem em campanhas internas.
Criam novos valores organizacionais.
Promovem ações de comunicação para reforçar comportamentos desejados.
Mas deixam de olhar para o fator mais determinante de todos:
O comportamento da liderança.
Segundo um estudo da Gartner, 70% da percepção que os colaboradores têm sobre a cultura organizacional é influenciada diretamente pelas ações dos líderes imediatos.
Ou seja:
Se o líder não muda, a cultura não muda.
Se a liderança segue operando a partir de padrões antigos, a equipe entende que tudo continua como sempre foi — independente do que estiver nos slides ou nos e-mails internos.
O problema é que mudar o comportamento da liderança não é confortável.
Exige autoconhecimento.
Exige feedbacks sinceros.
Exige disposição para olhar para os próprios pontos cegos.